Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo... Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. (II Cor. 11:13/Mt 7:22:23a)
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Falsos apóstolos, disfarçados de apóstolos de Cristo, sendo instrumentos do diabo para perverter o povo de Deus. Paulo os classifica de obreiros fraudulentos. Agora, o que seria uma fraude? Uma fraude é certamente uma falsificação. Então estes ministros que foram levantados para ensinar o povo de Deus são, na verdade, falsificadores da Palavra de Deus. Contudo o que impressiona é que eles possuem títulos, são respeitados pelo povo, operam sinais no meio do povo, possuem aparência de santidade e são considerados homens de Deus; mas são falsos “apóstolos”. Mas isto não pode assustar os eleitos de Deus. Eles estão apercebidos, embora a Bíblia diga que este espírito, nos últimos dias, seria tão parecido com o original que enganaria até os eleitos, se isto fosse possível. Mas graças a Deus que não é possível! (Mt.24:24)
Falsos apóstolos, disfarçados de apóstolos de Cristo, sendo instrumentos do diabo para perverter o povo de Deus. Paulo os classifica de obreiros fraudulentos. Agora, o que seria uma fraude? Uma fraude é certamente uma falsificação. Então estes ministros que foram levantados para ensinar o povo de Deus são, na verdade, falsificadores da Palavra de Deus. Contudo o que impressiona é que eles possuem títulos, são respeitados pelo povo, operam sinais no meio do povo, possuem aparência de santidade e são considerados homens de Deus; mas são falsos “apóstolos”. Mas isto não pode assustar os eleitos de Deus. Eles estão apercebidos, embora a Bíblia diga que este espírito, nos últimos dias, seria tão parecido com o original que enganaria até os eleitos, se isto fosse possível. Mas graças a Deus que não é possível! (Mt.24:24)
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Todos nós estamos familiarizados com a parábola do joio e do trigo. Ora, nós sabemos que Jesus usou estas duas plantas parecidas para mostrar como o falso se infiltra dentro do terreno do verdadeiro com a mesma aparência. Vejam, estas plantas são pessoas. O trigo e o joio cresceram juntos. Participam do mesmo alimento e do mesmo solo. Aproveitaram o mesmo sol e as mesmas chuvas. Mas quem semeou o trigo foi o Senhor. E quem semeou o joio foi o diabo. As sementes são as pessoas, eleitas ou reprovadas. Ambos participam do mesmo alimento, água e sol. Ambos recebem ajuda de Deus, porque Ele faz Seu sol e chuva cair tanto sobre os bons como sobre os maus. E, embora ambos tivessem a mesma maravilhosa bênção e as mesmas maravilhosas manifestações, havia ainda aquela grande diferença: eles eram de diferentes sementes.
Todos nós estamos familiarizados com a parábola do joio e do trigo. Ora, nós sabemos que Jesus usou estas duas plantas parecidas para mostrar como o falso se infiltra dentro do terreno do verdadeiro com a mesma aparência. Vejam, estas plantas são pessoas. O trigo e o joio cresceram juntos. Participam do mesmo alimento e do mesmo solo. Aproveitaram o mesmo sol e as mesmas chuvas. Mas quem semeou o trigo foi o Senhor. E quem semeou o joio foi o diabo. As sementes são as pessoas, eleitas ou reprovadas. Ambos participam do mesmo alimento, água e sol. Ambos recebem ajuda de Deus, porque Ele faz Seu sol e chuva cair tanto sobre os bons como sobre os maus. E, embora ambos tivessem a mesma maravilhosa bênção e as mesmas maravilhosas manifestações, havia ainda aquela grande diferença: eles eram de diferentes sementes.
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Além disso, Jesus nos disse que pelo fruto conheceríamos a árvore. Pois bem, basta observarmos o fruto que uma árvore tem e saberemos que tipo de vida está em sua seiva. Então trazendo isto para igreja, basta observarmos que tipo de fruto que um ministro tem e veremos que tipo de espírito está nele. Para discernirmos um ensino falsificado devemos procurar ver, pelo Espírito de Deus, em primeiro plano, o que está no coração de quem ensina. Não é simplesmente julgarmos pela aparência ou pela denominação a que pertence. Mas o que o pregador está tentando fazer. Qual a sua intenção. Qual espírito está nele ou qual o propósito da sua mensagem? Será que ele está atrás de um nome, de fama, ou dinheiro; ou talvez pretenda elevar o nome de sua organização aos da demais? Suas intenções são realmente puras e sinceras?
Além disso, Jesus nos disse que pelo fruto conheceríamos a árvore. Pois bem, basta observarmos o fruto que uma árvore tem e saberemos que tipo de vida está em sua seiva. Então trazendo isto para igreja, basta observarmos que tipo de fruto que um ministro tem e veremos que tipo de espírito está nele. Para discernirmos um ensino falsificado devemos procurar ver, pelo Espírito de Deus, em primeiro plano, o que está no coração de quem ensina. Não é simplesmente julgarmos pela aparência ou pela denominação a que pertence. Mas o que o pregador está tentando fazer. Qual a sua intenção. Qual espírito está nele ou qual o propósito da sua mensagem? Será que ele está atrás de um nome, de fama, ou dinheiro; ou talvez pretenda elevar o nome de sua organização aos da demais? Suas intenções são realmente puras e sinceras?
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Porque perceba comigo: se ele é um semeador de confusão, discórdia, ou um incentivador da ganância, da sensualidade; se propaga o autoritarismo ou liberalismo ou faz coisas semelhantes, então concluiremos que aquilo é um espírito do engano e não importa o tanto de sinais que opere naquela igreja.
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Você pode dizer que se sente bem em determinada igreja e não duvido disso nem um pouco. Ou ainda, você pode fazer tudo que bem entender na Igreja: pregar, curar, expulsar demônios e tudo mais. Porém, se o evangelho que você prega não for a revelação da Verdade de Deus, então você esta errado. Se não é toda Palavra, mas só parte dela, então é um erro, uma falsificação da Verdade. Esteja seguro de uma coisa, Jesus dirá abertamente para os falsos obreiros olhando em seus olhos: “nunca vos conheci; apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”. A prática da iniqüidade significa que eles deveriam fazer o correto e não fizeram. Mas a Palavra de Deus, Ela mesma, os condenará.
Você pode dizer que se sente bem em determinada igreja e não duvido disso nem um pouco. Ou ainda, você pode fazer tudo que bem entender na Igreja: pregar, curar, expulsar demônios e tudo mais. Porém, se o evangelho que você prega não for a revelação da Verdade de Deus, então você esta errado. Se não é toda Palavra, mas só parte dela, então é um erro, uma falsificação da Verdade. Esteja seguro de uma coisa, Jesus dirá abertamente para os falsos obreiros olhando em seus olhos: “nunca vos conheci; apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”. A prática da iniqüidade significa que eles deveriam fazer o correto e não fizeram. Mas a Palavra de Deus, Ela mesma, os condenará.
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Muitos nos dias de hoje que pregam o evangelho estão agindo como Saul: usando a “Espada” contra eles mesmos. Mas Deus espera que os verdadeiros Elias se levantem. “Não andando com astúcias, nem adulterando a Palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus pela manifestação da Verdade” (II Cor. 4:2). Deus abençoe a todos em Cristo Jesus!
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Colaboração
Pr. João Gonçalves
MPV










