quarta-feira, 2 de abril de 2008

Namoro, Noivado e Casamento - Parte 1

A vida cristã é vida completa, vida abundante. Precisamos imitar a Jesus, que crescia em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Isto é, no físico, na mente, no espírito e na moral, ou em outras palavras numa vida íntegra e completa. Não é só escolher um alvo para a vida, mas é avançar dia após dia em direção ao alvo e não voltar para trás, é não ficar parado, é avançar sempre. O importante não é a velocidade com que corremos, mas a direção em que vamos andando; a persistência vale muito mais do que a incerteza.
No que diz respeito a vida a dois, como isso é importante. A espiritualidade vai refletir no relacionamento. Sabendo que o valor principal do namoro é oferecer aos jovens namorados a oportunidade de se compreenderem melhor um ao outro, visando, possivelmente a união permanente no futuro. O namoro não deve esconder as verdadeiras características dos namorados, não deve fazer aparecer aquilo que não é na realidade; ao contrário deve ser a expressão franca e sincera daquilo que está no coração e na alma dos indivíduos.
O namoro puro e cristão leva dois indivíduos a se conhecerem mutuamente; se depois de chegarem a este conhecimento resolverem que foram feitos um para o outro, se tornam noivos e mais tarde se casam, se a conclusão for outra, separam-se na mesma pureza e na mesma fé com que entraram na experiência. A dificuldade e tristeza é que, neste último caso, nem sempre os dois concordam em desmanchar o namoro.
Adaptação: Pr. João Gonçalves

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